A Fundação Cultural Badesc exibe no mês de abril filmes que envolvem dramas familiares. Os filmes retratam histórias como a de Maïté (foto), que é casada com Vincent, condenado a 7 anos de prisão. Um dia, um desconhecido a encontra ao voltar de uma visita na prisão. Ele se chama Jean, e a seduz tornando-se seu amante. Ao descobrir que Jean é guarda na prisão e que Vincent é seu protegido, Maïté percebe estar em um jogo a três do qual ninguém conhece as regras. O longa, chamado 7 Anos, será apresentado na noite de hoje. O Cineclube Francês é uma parceria da Fundação Cultural Badesc com a Aliança Francesa. As exibições são sempre às segundas feiras, a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Cine Francês apresenta "7 anos"
A Fundação Cultural Badesc exibe no mês de abril filmes que envolvem dramas familiares. Os filmes retratam histórias como a de Maïté (foto), que é casada com Vincent, condenado a 7 anos de prisão. Um dia, um desconhecido a encontra ao voltar de uma visita na prisão. Ele se chama Jean, e a seduz tornando-se seu amante. Ao descobrir que Jean é guarda na prisão e que Vincent é seu protegido, Maïté percebe estar em um jogo a três do qual ninguém conhece as regras. O longa, chamado 7 Anos, será apresentado na noite de hoje. O Cineclube Francês é uma parceria da Fundação Cultural Badesc com a Aliança Francesa. As exibições são sempre às segundas feiras, a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Guido Heuer expõe suas obras na Fundação
Mais informações sobre a exposição Tensões de Guido Heuer clique aqui.
Noite de literatura e cinema
Trecho de Brazil: A Report on Torture.
terça-feira, 6 de abril de 2010
DocBrasil aborda a Ditadura Militar
O projeto DocBrasil exibe este mês, que marca o aniversário do golpe militar de 1964, três sessões de documentários que fazem uma reflexão sobre os efeitos que o regime ditatorial e sua práticas provocaram no país.
As marcas do “período de exceção” e suas conseqüências – com mortes, torturas e “desaparecimentos” – assim como a luta pela redemocratização e pelos direitos humanos, têm provocado sucessivos debates nas universidades, nos meios de comunicação, nos tribunais e em outras instituições brasileiras.
Com curadoria do cineasta José Rafael Mamigonian, esta seleção de documentários aborda frontalmente o impacto dos anos de chumbo sobre a realidade nacional e visa ampliar a compreensão dos temas abordados. O projeto DocBrasil é realizado mensalmente e após a sessão o curador conduz um debate com o público.
PROGRAMA
quarta-feira às 19h
Vala Comum, de João Godoy (São Paulo, 1994, 32min)
A história da repressão vivida no país após o golpe militar de 1964, tendo como ponto de partida a localização de uma vala clandestina com mais de mil ossadas em Perus (SP). Um passado mantido oculto emerge para exumar uma parte da história recente do país.
Brazil: A Report on Torture, de Saul Landau e Haskell Wexler (Estados Unidos, 1971, 60min)
Documentário rodado no Chile, traz depoimentos de exilados brasileiros sobreviventes de práticas de tortura cometidas durante a ditadura militar no Brasil. Tratam-se de alguns dos prisioneiros libertados em troca do embaixador suíço Giovanni Enrico Bucher, sequestrado em 1970 por revolucionários brasileiros. A ação sanguinária dos agentes do Estado é narrada e exemplificada de maneira direta e contundente pelos próprios torturados.
Dia 8 de abril
quinta-feira às 19h
15 filhos, de Marta Nehring e Maria Oliveira (São Paulo, 1996, 20min)
Os horrores cometidos durante a ditadura militar narrados por filhos dos presos políticos, que contam traumas nunca superados. Entre os relatos, alguns fatos são comuns: a incerteza quanto ao nome verdadeiro dos pais, o mundo dividido entre o bem e o mal, o período em que passaram presos e a impossibilidade de compartilhar os acontecimentos com os demais membros da família.
Memória para uso diário, de Beth Formaggini (Rio de Janeiro, 2007, 80min)
Ivanilda busca evidências que provem que seu marido, desaparecido desde 1975, foi preso pelo governo brasileiro. Romildo procura pelo corpo de seu irmão num cemitério do subúrbio carioca. Mães choram por seus filhos, assassinados pela polícia nas favelas. Elas pertencem ao grupo "Tortura Nunca Mais" que, interagindo entre a lembrança traumática e o esquecimento, trazem à tona a memória de fatos recentes. Pensam o passado para que possam libertar o futuro dos fantasmas que ainda os perseguem no presente.
Dia 9 de abril
sexta-feira às 19h
Hércules 56, de Silvio Da-Rin (Rio de Janeiro, 2006, 94min)
Em setembro de 1969, quando o Brasil era governado por uma Junta Militar, duas organizações revolucionárias aliaram-se para raptar o embaixador dos EUA, Charles Burke Elbrick, e exigiram a libertação de quinze presos políticos, que foram levados ao México pelo avião Hércules 56 da FAB. Para rememorar o episódio e discutir as causas e conseqüências da luta armada naquela época, o filme traz à cena os nove remanescentes do grupo de presos e promove o reencontro de cinco membros das organizações responsáveis pelo seqüestro.
Na imagem do post, foto do filme Brazil: A Report on Torture.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Ciclo Italiano com diretores premiados
Os filmes destes dois representates do cinema “nuovo” italiano serão exibidos todas as terças-feiras, às 19h, no auditório da Fundação Cultural Badesc, no Centro de Florianópolis. Mais Informações pelo telefone (48) 3224-8846
Confira o filme desta terça-feira (06/04):
Cinema Paradiso - Nuovo Cinema Paradiso
Diretor: Giuseppe Tornatore
Ano: 1988
Tempo: 155min
Salvatore di Vita é um cineasta bem-sucedido que vive em Roma. Um dia ele recebe um telefonema de sua mãe avisando que o projecionista de cinema Alfredo está morto. A menção deste nome traz lembranças de sua infância e, principalmente, do Cinema Paradiso, para onde Salvatore, então chamado de Totó, fugia sempre que podia, e fazia companhia a Alfredo. Foi ali que Totó aprendeu a amar o cinema. Após um caso de amor frustrado com Elena, a filha do banqueiro da cidade, Totó deixa a cidade e vai para Roma, retornando somente trinta anos depois, por causa da morte de Alfredo.
Assista ao trailer
Dramas familiares no cinema francês
Confira o filme desta semana:
Até Já – A Tout de Suite.
Diretor: Benoit Jacquot
Ano: 2004
Tempo: 95min
Ao desligar o telefone depois de um "até já" do namorado, ela nem imagina que ele acaba de cometer um assalto em que houve mortes. A moça é uma jovem de 19 anos que deixa o conforto do apartamento dos pais e foge com ele.
Assista ao trailer de Até Já.
domingo, 4 de abril de 2010
EdUFSC lança livro sobre cinema na FCB
,+de+Theo+Angelopoulos.jpg)