A Fundação Cultural Badesc e a Aliança Francesa dão continuidade ao projeto do cineclube com produções em línguas francófonas. Sempre as segundas-feiras, o Cine Francês de maio se encerra hoje. Este mês já exibimos Meu Tio da América do diretor Alain Resnais e Cartas Camponesas de 1973. O filme de hoje é Obras, a gente sabe quando começa... da diretora Brigitte Rouan. As exibições ocorrem a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846.
19h – Obras, a gente sabe quando começa... (Travaux, on sait quand ça commence...) De Brigitte Rouan, França, 2005, 95min. Chantal é uma advogada imbatível e implacável no tribunal. Na vida privada ela é condescendente com seus dois filhos adolescentes e o ex-marido. Ao fazer uma reforma no seu apartamento, ela contrata os serviços de um grupo de colombianos. A obra se transforma num pandemônio, e Chantal chega à beira de um ataque de nervos.
Nos 80 anos do cineasta Jean-Luc Godard, a Fundação Cultural Badesc trouxe ao público quatro títulos do diretor, todos da primeira fase de sua filmografia. A curadoria e a apresentação são de Fernanda do Canto, designer gráfico formada pela UFSC. Durante o ano de 2008, ela fez um intercâmbio para o curso de Diseño de Imagen y Sonido, na Universidad de Buenos Aires, onde estudou teoria e história do cinema. No ano seguinte, como Trabalho de Conclusão de Curso, realizou uma análise visual sobre a cinematografia de Godard entre 1959 e 1965 Os filmes exibidos estão inseridos no movimento nouvelle vague e trazem uma postura auto crítica sobre o cinema, desafiando as convenções cinematográficas da época. Nesses filmes, podem se traçar semelhanças como a preferência pelas filmagens nas ruas, com iluminação natural, locações públicas e tomadas feitas ao azar. Seus personagens têm um caráter psicológico e ambíguo, cujas histórias pessoais ou motivações muitas vezes não são compartilhadas com o espectador. A última exibição é nesta quarta-feira, a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846
Confira o filme de hoje:
O demônio das onze horas - Pierrot lê fouDiretor: Jean-Luc Godard Ano: 1965 Tempo: 115min Ferdinand Griffon é um professor de língua espanhola casado com uma italiana. Em uma noite, o casal vai a uma festa e deixa os filhos aos cuidados de Marianne, a quem Ferdinand parecia conhecer anteriormente. Na volta, Ferdinand e Marianne decidem fugir juntos e se envolvem com tráfico, conspirações políticas e muita literatura.
A Fundação Cultural Badesc e a Aliança Francesa dão continuidade ao projeto do cineclube com produções em línguas francófonas. Sempre as segundas-feiras, o Cine Francês vai até o fim do mês com exibições que vão desde Meu Tio da América do diretor Alain Resnais até Cartas Camponesas de 1973. O filme de hoje é Khamsa de Karim Dridi, mesmo diretor de Fureur, Cuba Feliz e Bye Bye. As exibições ocorrem a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846.
Khamsa - Khamsa. De Karim Dridi, 2008, 95min Depois de fugir de sua família adotiva, Khamsa volta para o acampamento cigano onde nasceu. Nada parece ter mudado desde que ele foi forçado a partir. Até que seu melhor amigo Coyote conhece um ladrãozinho com quem começa a realizar pequenos furtos.
Em comemoração aos 80 anos de nascimento do cineasta Jean-Luc Godard, a Fundação Cultural Badesc está exibindo semanalmente títulos do diretor, todos da primeira fase de sua filmografia. A curadoria e a apresentação são de Fernanda do Canto, designer gráfico formada pela UFSC. Durante o ano de 2008, ela fez um intercâmbio para o curso de Diseño de Imagen y Sonido, na Universidad de Buenos Aires, onde estudou teoria e história do cinema. No ano seguinte, como Trabalho de Conclusão de Curso, realizou uma análise visual sobre a cinematografia de Godard entre 1959 e 1965 Os filmes exibidos estão inseridos no movimento nouvelle vague e trazem uma postura auto crítica sobre o cinema, desafiando as convenções cinematográficas da época. Nesses filmes, podem se traçar semelhanças como a preferência pelas filmagens nas ruas, com iluminação natural, locações públicas e tomadas feitas ao azar. Seus personagens têm um caráter psicológico e ambíguo, cujas histórias pessoais ou motivações muitas vezes não são compartilhadas com o espectador. As exibições ocorrem a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48)3224-8846.
Filme de hoje:
19h - Banda à Parte (Bande à Part) De Jean-Luc Godard, França, 1964, 92min. Frantz e Arthur, dois amigos habituados a dar golpes, conhecem a tímida Odile num curso de inglês. A moça, apaixonada por Arthur, conta aos dois sobre uma grande quantia de dinheiro que sua tia Victoria guarda em casa. Frantz e Arthur começam imediatamente a planejar o roubo e convencem Odile a ajudá-los.
A parceria de sucesso entre a Fundação Cultural Badesc e a Aliança Francesa está mantida para o mês de maio. O projeto do cineclube com produções em línguas francófonas é exibido às segundas feiras e vai até o fim do mês. O filme de hoje é Meu Tio da América do diretor Alain Resnais, uma das personalidades mais marcantes do cinema francês. Ele diz que seus filmes são uma tentativa, ainda que grosseira e muito primitiva, de aproximar-se da complexidade do pensamento, de seu mecanismo. Em Cannes no ano de 1980, Resnais levou o Grande prêmio do júri e o Prêmio Fipresci. Com este mesmo filme, foi indicado na categoria melhor filme estrangeiro no Oscar de 1981. As exibições ocorrem a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846.
19h – Meu Tio da América (Mon oncle d'amérique)
De Alain Resnais, França, 1980, 125min. Com Gérard Depardieu e Nelly Borgeaud O título do filme faz alusão a um personagem obscuro. Não se sabe se ele está morto, rico ou miserável, numa América que jamais aparece. Os labirintos aqui trilhados são os dos textos científicos de Henri Laborit, pesquisador do comportamento humano.
Em comemoração aos 80 anos de nascimento do cineasta Jean-Luc Godard, a Fundação Cultural Badesc irá exibir quatro títulos do diretor, todos da primeira fase de sua filmografia. A curadoria e a apresentação são de Fernanda do Canto, designer gráfico formada pela UFSC. Durante o ano de 2008, ela fez um intercâmbio para o curso de Diseño de Imagen y Sonido, na Universidad de Buenos Aires, onde estudou teoria e história do cinema. No ano seguinte, como Trabalho de Conclusão de Curso, realizou uma análise visual sobre a cinematografia de Godard entre 1959 e 1965 Os filmes exibidos estão inseridos no movimento nouvelle vague e trazem uma postura auto crítica sobre o cinema, desafiando as convenções cinematográficas da época. Nesses filmes, podem se traçar semelhanças como a preferência pelas filmagens nas ruas, com iluminação natural, locações públicas e tomadas feitas ao azar. Seus personagens têm um caráter psicológico e ambíguo, cujas histórias pessoais ou motivações muitas vezes não são compartilhadas com o espectador. As exibições ocorrem a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48)3224-8846.
Confira o filme desta quarta-feira:
Viver a Vida - Vivre sa vie De Jean-Luc Godard, 1962, 80min Em doze capítulos, o filme conta o drama de Nana, uma jovem que almeja iniciar a carreira de atriz, mas passa por dificuldades financeiras. Como não consegue pagar o aluguel, Nana é expulsa de casa, acusada de furto, e não encontrando outra solução, decide se prostituir.
A parceria de sucesso entre a Fundação Cultural Badesc e a Aliança Francesa está mantida para o mês de maio. O projeto do cineclube com produções em línguas francófonas é exibido às segundas feiras e vai até o fim do mês. Serão cinco títulos que vão desde Meu Tio da América do diretor Alain Resnais até Khamsa de Karim Dridi. O segundo título exibido será Tudo Perdoado de 2007. O filme tem direção de Mia Hansen-love e recebeu o Prêmio Louis Delluc. O longa conta com Paul Blain, Marie-Christine Friedrich e Victoire Rousseau no elenco. As exibições ocorrem a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846
Dia 10/05
Tudo Perdoado - Tout est Pardonné De Mia Hansen-love, 2007, 95min. Victor vive em Viena com sua esposa e sua filha Pâmela. É primavera. Victor passa os dias fora, brinca com a filha e vadia no Parque. Mas acaba se apaixonando por outra mulher. Onze anos depois, Pamela descobre que o pai vive na mesma cidade e decide vê-lo novamente.
Em comemoração aos 80 anos de nascimento do cineasta Jean-Luc Godard, a Fundação Cultural Badesc irá exibir quatro títulos do diretor, todos da primeira fase de sua filmografia. A curadoria e a apresentação são de Fernanda do Canto, designer gráfico formada pela UFSC. Durante o ano de 2008, ela fez um intercâmbio para o curso de Diseño de Imagen y Sonido, na Universidad de Buenos Aires, onde estudou teoria e história do cinema. No ano seguinte, como Trabalho de Conclusão de Curso, realizou uma análise visual sobre a cinematografia de Godard entre 1959 e 1965 Os filmes exibidos estão inseridos no movimento nouvelle vague e trazem uma postura auto crítica sobre o cinema, desafiando as convenções cinematográficas da época. Nesses filmes, podem se traçar semelhanças como a preferência pelas filmagens nas ruas, com iluminação natural, locações públicas e tomadas feitas ao azar. Seus personagens têm um caráter psicológico e ambíguo, cujas histórias pessoais ou motivações muitas vezes não são compartilhadas com o espectador. As exibições ocorrem a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846
Programação:
05/05
Acossado - À bout de souffle De Jean-Luc Godard, 1959, 90min O filme retrata o amor fatal entre um criminoso fugitivo e uma jovem norte-americana aspirante a jornalista. Após um roubo de carro em Marselha, ele é perseguido por policiais a caminho de Paris. Na cidade se apaixona por Patrícia, que vende jornais. Michel divide seu tempo e suas angústias entre cobrar uma dívida e convencer Patrícia a fugir com ele.
Dia 12/05
Viver a Vida - Vivre sa vie Diretor: Jean-Luc Godard Ano: 1962 Tempo: 80min Em doze capítulos, o filme conta o drama de Nana, uma jovem que almeja iniciar a carreira de atriz, mas passa por dificuldades financeiras. Como não consegue pagar o aluguel, Nana é expulsa de casa, acusada de furto, e não encontrando outra solução, decide se prostituir.
Dia 19/05
Banda à Parte - Bande à Part Diretor: Jean-Luc Godard Ano: 1964 Tempo: 92min Frantz e Arthur, dois amigos habituados a dar golpes, conhecem a tímida Odile num curso de inglês. A moça, apaixonada por Arthur, conta aos dois sobre uma grande quantia de dinheiro que sua tia Victoria guarda em casa. Frantz e Arthur começam imediatamente a planejar o roubo e convencem Odile a ajudá-los
Dia 26/05
O demônio das onze horas - Pierrot lê fou Diretor: Jean-Luc Godard Ano: 1965 Tempo: 115min Ferdinand Griffon é um professor de língua espanhola casado com uma italiana. Em uma noite, o casal vai a uma festa e deixa os filhos aos cuidados de Marianne, a quem Ferdinand parecia conhecer anteriormente. Na volta, Ferdinand e Marianne decidem fugir juntos e se envolvem com tráfico, conspirações políticas e muita literatura.
Safi Faye diretora de Cartas Camponesas(Divulgação)
A parceria de sucesso entre a Fundação Cultural Badesc e a Aliança Francesa está mantida para o mês de maio. O projeto do cineclube com produções em línguas francófonas começa amanhã e vai até o fim do mês, sempre às segundas-feiras. Serão cinco títulos que vão desde Meu Tio da América do diretor Alain Resnais até Khamsa de Karim Dridi. O primeiro título exibido será o clássico senegalês Cartas Camponesas de 1973. O filme da diretora Safi Faye é sobre a busca de um rico camponês mau caráter por uma noiva em sua aldeia. As exibições ocorrem a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846
Confira a programação abaixo:
Dia 03/05
Cartas Camponesas - LettrePaysanne De Safi Faye, 1973, 98min
Um camponês abastado e mau caráter decide se casar. Sua futura esposa deve possuir beleza perfeita, mas, segundo ele, as mulheres de sua aldeia não correspondem aos seus critérios de escolha. Um dia, uma jovem belíssima de passado misterioso aparece...
Dia 10/05
Tudo Perdoado - Tout est Pardonné De Mia Hansen-love, 2007, 95min.
Victor vive em Viena com sua esposa e sua filha Pâmela. É primavera. Victor passa os dias fora, brinca com a filha e vadia no Parque. Mas acaba se apaixonando por outra mulher. Onze anos depois, Pamela descobre que o pai vive na mesma cidade e decide vê-lo novamente.
Dia 17/05
Meu Tio da América - Mon oncle d'amérique.
De Alain Resnais, 1980, 125min
O título do filme faz alusão a um personagem obscuro. Não se sabe se ele está morto, rico ou miserável, numa América que jamais aparece. Os labirintos aqui trilhados são os dos textos científicos de Henri Laborit, pesquisador do comportamento humano.
Dia 24/05
Khamsa - Khamsa.
De Karim Dridi, 2008, 95min
Depois de fugir de sua família adotiva, Khamsa volta para o acampamento cigano onde nasceu. Nada parece ter mudado desde que ele foi forçado a partir. Até que seu melhor amigo Coyote conhece um ladrãozinho com quem começa a realizar pequenos furtos.
Dia 31/05
Obras, a gente sabe quando começa...- Travaux, on sait quand ça commence…
De Brigitte Rouan, 2005, 95min
Chantal é uma advogada imbatível e implacável no tribunal. Na vida privada ela é condescendente com seus dois filhos adolescentes e o ex-marido. Ao fazer uma reforma no seu apartamento, ela contrata os serviços de um grupo de colombianos. A obra se transforma num pandemônio, e Chantal chega à beira de um ataque de nervos.
O Último dos Loucos será o último título do ciclo de cinema francês do mês de abril da Fundação Cultural Badesc. Este mês foram escolhidos filmes que envolvem dramas familiares. O longa desta segunda-feira (26/04) conta a história de Martin, um menino de onze anos que vive na fazenda de seus pais e observa, desamparado, a desunião de sua família: sua mãe vive enfurnada em seu quarto, seu irmão mais velho, que ele adora, se afoga no álcool, e seu pai é dominado pela avó. O menino assiste a um desastre familiar. Mas Mistigri, seu gato, e Malika, uma amiga marroquina, procuram lhe reconfortar de alguma forma. O filme é de 2006 e a direção é de Laurent Achard. O Cineclube Francês é uma parceria da Fundação Cultural Badesc com a Aliança Francesa. As exibições são sempre às segundas feiras, a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846
A Jornada de Gênero, Teatro e Cinema está de volta à Fundação Cultural Badesc. Na noite desta sexta-feira, 23/04, será apresentado o filme francês A Fronteira do Amanhecer do diretor Phillipe Garrel. O longa de 2009 participou da competição oficial do Festival de Cannes de 2008 e traz como protagonista a atriz Laura Smet. Ela vive Carole, uma estrela de cinema amante do fotógrafo François, encarregado de fazer uma reportagem sobre ela. Após um período de separação, Carole procura François. Rejeitada, ela é internada em um manicômio e comete suicídio. A imagem da atriz, no entanto, persegue François, interferindo em seu relacionamento com Eve, com quem ele pretende se casar. A imagem das duas mulheres, construída pelo olhar do fotógrafo, se confunde e colapsa. O universo da construção de imagens femininas é o tema que será debatido pela platéia e pela convidada, Marina Moros, fotógrafa, videomaker e Doutora em literatura pela UFSC (2009). A Jornada de Gênero é uma realização do Grupo de Estudos do Projeto Poéticas do feminino e masculino, coordenado pela Profa. Dra. Maria Brígida de Miranda da Udesc, em parceria com a Fundação Cultural Badesc. O evento ocorre no auditório da Fundação, às 19h, no Centro de Florianópolis. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846.
Durante o mês de abril a Fundação Cultural Badesc exibe filmes que envolvem dramas familiares. O terceiro título deste mês é Identidade, do diretor Mwenze Ngangura. O longa conta a história de Mani Kongo, um velho rei de uma província congolesa, que decide ir em busca de sua filha, mandada à Bélgica aos oito anos para estudar. O rei, que não quer abrir mão de suas tradições, vai cruzar com personagens como um jovem mestiço belgo-congolês e falso motorista de táxi, uma jovem elegante que se apossa de seu dinheiro e uma cantora iluminada e solitária. Será que o regresso à África permitirá se reconciliarem com eles próprios? O Cineclube Francês é uma parceria da Fundação Cultural Badesc com a Aliança Francesa. As exibições são sempre às segundas feiras, a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846
A Fundação Cultural Badesc exibe no mês de abril filmes que envolvem dramas familiares. Os filmes retratam histórias como a de Maïté (foto), que é casada com Vincent, condenado a 7 anos de prisão. Um dia, um desconhecido a encontra ao voltar de uma visita na prisão. Ele se chama Jean, e a seduz tornando-se seu amante. Ao descobrir que Jean é guarda na prisão e que Vincent é seu protegido, Maïté percebe estar em um jogo a três do qual ninguém conhece as regras. O longa, chamado 7 Anos, será apresentado na noite de hoje. O Cineclube Francês é uma parceria da Fundação Cultural Badesc com a Aliança Francesa. As exibições são sempre às segundas feiras, a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846
O Cineclube Francês da Fundação Cultural Badesc irá exibir no mês de abril quatro títulos que envolvem dramas familiares. Os filmes retratam histórias como a do menino Martin de onze anos. Ele vive na fazenda dos pais e é espectador dos problemas de seu pai submisso, de sua mãe depressiva e de seu irmão alcoólatra. O longa O Último dos Loucos foi dirigido por Laurent Achard e é uma adaptação de um romance do canadense Timothy Findley. O filme já ganhou o laureado do Prêmio Jean Vigo 2006 de Melhor Longa-Metragem e o Prêmio do Cenário no Festival de Locarno 2006.O Cineclube Francês é uma parceria da Fundação Cultural Badesc com a Aliança Francesa. As exibições são sempre às segundas feiras, a partir das 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846
Confira o filme desta semana:
Até Já – A Tout de Suite. Diretor: Benoit Jacquot Ano: 2004 Tempo: 95min Ao desligar o telefone depois de um "até já" do namorado, ela nem imagina que ele acaba de cometer um assalto em que houve mortes. A moça é uma jovem de 19 anos que deixa o conforto do apartamento dos pais e foge com ele.
A Fundação Cultural Badesc, em parceria com a Aliança Francesa, retoma as atividades da Mostra de Cinema Francês na segunda-feira (1/março). Durante o mês, o Cineclube Badesc irá exibir cinco títulos franceses de diferentes diretores. São filmes que contam histórias de encontros que mudaram a vida de seus personagens. Entre os longas selecionados, está o premiado Barakat!, com direção de Djamila Sahraoui. As exibições ocorrem todas as segundas feiras, às 19h, no auditório da Fundação, no Centro de Florianópolis. A entrada é franca. Mais informações pelo telefone: (48) 3224-8846.
Programação:
Dia 01/03 A Ilha de Black Mor - L'Ile de Black Mor (animação). De Jean-François Laguionie Ano: 2004 Tempo: 1h20Classificação: Livre
No ano de 1803, Kid é uma criança de quinze anos que escapa do orfanato onde vivia como um prisioneiro. Ignora o seu verdadeiro nome e tem por única riqueza o mapa de uma ilha do tesouro, caída do livro de Black Mor, um famoso pirata ao qual desejaria assemelhar-se. Com dois saqueadores de barcos, Mac Gregor e La Ficelle, Kid rouba a embarcação do guarda costeiro e lança-se à procura de uma famosa ilha. Mas não se passa nada como nos livros de piratas. Em procura de sua identidade, Kid é mais frágil que se possa imaginar, e muitas aventuras o aguardam antes de chegar à Ilha de Black Mor.
Dia 08/03
Barakat!
De Djamila Sarahoui Ano: 2006 Tempo: 1h34 Classificação: 12 anos
Amel é médica de emergência num hospital, na Argélia. Ela se esforça, na medida do possível, para conciliar sua profissão e sua juventude, apesar da guerra civil. Uma noite, voltando para casa, Amel constata que seu marido jornalista desapareceu e decide partir à sua procura. Vai acompanhada de Khadidja, uma enfermeira que, em sua juventude, ficou conhecida nos combates pela independência.
Dia 15/03
Duas Garotas Românticas – Les Demoiselles de Rochefort De Jacques Demy Ano: 1967 Tempo: 1h31 Classificação: 16 anos
Delphine e Solange são duas irmãs gêmeas encantadoras e espirituosas de 25 anos. Delphine, a loira, dá aulas de dança e Solange, a ruiva, aulas de música. Elas vivem, então, da música e sonham ir para Paris e ter uma vida de fantasias. Alguns empresários chegam à cidade e passam a frequentar o bar que é da mãe delas. Uma grande feira é promovida e um marinheiro sonhador está à procura da mulher ideal.
Dia 22/03
Os Maus Perdedores – Les Mauvais Joueurs
De Frédéric Balekdjian Ano: 2005 Tempo: 1h25 Classificação: 14 anos
Paris, o bairro do Sentier. O Natal aproxima-se e a vida de Vahé Krikorian vai por água a baixo. A loja de seu pai, com quem trabalha, fechará em breve. Muitas dívidas e devedores. Lu Ann, a mulher chinesa que ele ama, deixa-o e ele sente que as trapaças, que pratica com seu irmão, não vão levá-lo à lugar algum. Yuen, o irmão de Lu Ann, ilegalmente, na França, recusa-se a trabalhar para a gangue que o trouxe, sem dar-se conta do perigo que o espreita. Tomando-se de afeto por ele, Vahé decide ajudar. Aos poucos, um laço de amizade se tece entre eles e coloca à prova a lealdade de Vahé contra seus velhos amigos. Apesar de a vida parecer retomar seu curso, algo se rompeu em Vahé. Algo que ele não controla. Algo irreparável.
Dia 29/03
História de um Encontro - Histoire d'une Rencontre De Brahim Tsaki Ano: 1983 Tempo: 1h20 Classificação: Livre
Duas crianças surdas e mudas. A menina, filha de um engenheiro americano; o menino, filho de um camponês argentino. Eles se encontram e conseguem se comunicar, ultrapassando todas as barreiras culturais que os separam.
O blog destina-se à cobertura fotográfica das atividades da Fundação, que incluem exposições de artes visuais, lançamento de livros, oficinas, aulas de Tai Chi Chuan e cineclubes. Fique à vontade para sugestões e comentários.